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28 MARÇO | 19:00

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Ateneu
Velvet Carpet

Evento

Velvet Carpet é um objeto duracional que vive em constante reconfiguração. É início e fim, uma e outra vez, tecendo e mudando e repetindo e mudando e repetindo. É um lugar que perde e ganha a sua origem, enquanto dela se desloca para com ela se relacionar; um lugar de reunião e comunhão consciente e inconsciente partilhado por estranhos e não-estranhos; um nódulo não-comunicacional que, paradoxalmente, comunica através de elementos (in)visíveis. Por meio de frequências sonoras, movimentos corporais e vídeo, Velvet Carpet enlaça passado e futuro com o aqui e agora, transformando-se numa paisagem flutuante que revela a matéria imaterial que nos rodeia – o etéreo – através de frequências que reverberam no público.

Bio

Pedro Prazeres situa dança e paisagem numa relação simbiótica de conhecimento cruzado. Arquiteto paisagista e coreógrafo à vez, o seu trabalho encaixa na interseção de ambos os processos criativos e entrelaça a sua prática artística na relação entre o lugar, o sujeito e o etéreo. Para ele, paisagem e dança ressoam através de uma abordagem sensorial, proprioceptiva e intuitiva. Para além do ensino universitário e do trabalho de consultoria em arquitetura paisagista, Pedro cria instalações de dança e performances que apresenta em festivais internacionais como o DDD (Dias da Dança), no Porto, FIDCU, em Montevideo, em museus como a Fundação Serralves, a Galeria Nacional de Praga, em locais não convencionais e ainda em paisagens urbanas e rurais. Salienta como obras mais pertinentes no seu percurso as danças/instalações Transhumance H+, The Man Who Planted Winds, Tool-Trans-Body, Talking Lazaro, Eu-Globulus, 8_15_23 e Haute-Tension. Como o Homem transforma o ambiente em que se insere e como esse ambiente transformado o condiciona, é uma das questões centrais no seu trabalho.

Pedro trabalha entre Cévennes e o Porto. Após uma graduação em Arquitetura Paisagista em Lisboa e Helsínquia, uma graduação em dança em Dundee e Praga (para a qual ganhou a bolsa INOVART para cruzamentos artísticos), trabalhou como bailarino e arquiteto paisagista em Praga e Berlim. Tendo terminado em 2015 o Mestrado ex.e.r.ce no Centro Coreográfico Nacional de Montpellier Mathilde Monnier/Christian Rizzo, continua a encaminhar o seu trabalho artístico para as noções de “espaço entre”, não-lugar e livre arbítrio. Trabalha também como colaborador e intérprete e já trabalhou com Antonjia Livingstone, Mathilda Maya Carroll, Joclécio Azevedo, Martha Moore, Fabrice Ramalingom, Mette Ingvartsen, Christine Quoiraud, entre outros. Trabalha ainda como dramaturgo de dança e partilha a sua prática em workshops para bailarinos profissionais, escolas de dança, público em geral, e instituições sociais.


Ficha Técnica e Artística

direção artística e coreografia: Pedro Prazeres
interpretação: Julen Barrenengoa, Pedro Prazeres, Jorge Queijo, Sofia Marques Ferreira, Carolina Martins
composição sonora: Jorge Queijo
vídeo-instalação: Sofia Marques Ferreira
composição textual: Carolina Martins
projeção: Martins Ratniks
olhar externo: Berrak Yedek e Fabrice Ramalingom
direção técnica: Bruno Santos
apoio à produção: Sekoia – Artes Performativas (PT), Maus Hábitos (PT), Heurtebise (PT), Companhia Instável (PT)
apoio à residência: Espaço Mira (PT), EIRA (PT), gnration (PT), Companhia Instável (PT), Centro Cultural do Cartaxo (PT), Armazém 22 (PT)
apoio financeiro: Câmara Municipal do Porto: Programa Criatório, Fundação GDA

partilha

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